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COLETIVO SAMBA NOIR inicia turnê nacional

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Com percussões sampleadas, baixo synth, texturas eletrônicas, violão de sete cordas e voz, o quarteto Coletivo Samba Noir interpreta clássicos da música brasileira que versam sobre o amor, suas dores e impossibilidades. Valendo-se de linguagem cênica e musical singular, cuja inspiração surge da atmosfera densa do cinema noir, o Coletivo promove o encontro de quatro destacados nomes da cena musical carioca, com trajetórias bastante diversas: Katia B (voz e guitarra), Marcos Suzano (ritmo e voz), Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas) e Guilherme Gê (teclado e voz). A partir de abril, o Coletivo lança seu primeiro álbum, Samba Noir (Sambatown), em uma turnê de 15 shows que passará por Brasília, São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Aqui no sul o show será o Theatro São Pedro, dia 30 de abril, em única apresentação.

Coletivo Samba Noir - fotos de Daryan Dornelles (1)

Foto: Daryan Dornelles

No repertório do Coletivo, alguns dos mais célebres compositores inspirados pela dor-de-cotovelo: Nelson Cavaquinho (“Luz negra”), Lupicínio Rodrigues (“Volta” e “Aves daninhas”), Ary Barroso (“Risque”), Cartola (“Autonomia”) e Noel Rosa (“Pra que mentir?”), entre outros. Estas canções remetem a duas importantes referências musicais: o piano-bar e os grupos de choro e seresta, aqui subvertidas por uma arrojada formação instrumental que combina a percussão personalíssima de Marcos Suzano com o violão de sete cordas castiço de Luís Filipe de Lima, e que mistura a voz sensível e densa de Katia B à experimentação requintada de Guilherme Gê, com sonoridades eletrônicas e linhas de baixo sub-graves executadas no teclado. Vanguarda e tradição unem-se, no Coletivo Samba Noir, para render homenagens às canções atemporais que falam de amores impossíveis, solidão, angústia e desassossego.

O espetáculo levado à cena pelo Coletivo traz as dez canções registradas no CD e mais sete números. O quarteto tem sua performance emoldurada por projeções de imagens e videografia em espaços não-convencionais, como tecidos e fumaça. Ao longo do show, as projeções exibem as figuras das quatro participações especiais presentes no disco (Egberto Gismonti, Jards Macalé, Arto Lindsay e Carlos Malta), sincronizadas com a performance ao vivo do Coletivo. O espetáculo tem direção geral de Katia B e Luís Filipe de Lima, roteiro e arranjos musicais, direção de arte e videocenário de Batman Zavareze, iluminação de Renato Machado, figurinos de Rogério S. e direção de movimento de Marcia Rubin. A direção de produção é de Andréa Alves, da Sarau Agência de Cultura Brasileira, realizadora do projeto ao lado do grupo.

 

Coletivo Samba Noir - fotos de Daryan Dornelles (3)

Foto: Daryan Dornelles

O Coletivo Samba Noir nasce de um dos projetos contemplados através da seleção pública do Petrobras Cultural, somando atividades que se iniciaram em 2014 e que se estendem ao longo de 2015. No primeiro ano de trabalho, foram realizados 12 shows no Rio de Janeiro, testando repertório, arranjos e linguagem musical, que resultaram no CD Samba Noir.

 

 

 

 

 

Sobre Coletivo Samba Noir:

 

Katia B é carioca, cantora, atriz e dançarina. Neta de imigrantes Russos, cresceu no bairro de Ipanema no final dos anos 60 cercada pela atmosfera musical da Bossa Nova e fez seu début artístico no Circo Voador do Arpoador. Depois de participar de diversos projetos em cinema, tv e teatro musical, direcionou o foco para o trabalho de cantora e compositora. Katia tem quatro discos e um DVD gravados, lançados no Brasil, Japão, México, Alemanha, Holanda, e Inglaterra.

 

Luís Filipe de Lima, carioca de 1967, é violonista, arranjador, compositor e produtor musical. É idealizador e diretor artístico de 14 séries de shows já realizadas no Centro Cultural Banco do Brasil, entre elas as homenagens prestadas a Carmen Miranda, Raul Seixas, Noel Rosa, Clara Nunes, Lupicínio Rodrigues, Lamartine Babo e Ismael Silva. É diretor musical e arranjador do espetáculo “Sassaricando – e o Rio inventou a marchinha”. Desde 2007 integra o júri do prêmio Estandarte de Ouro, concedido pelo jornal O Globo às escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Fez a direção musical e assinou a trilha sonora do longa-metragem “O Poeta da Vila”, lançado em 2007.

 

Marcos Suzano, percussionista carioca, escutava rock na adolescência até ouvir o naipe de percussão de um bloco carnavalesco e ficar fascinado. Já tocou e gravou com grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil, Chico Buarque, Lenine e Gal Costa. Seu primeiro disco solo, “Sambatown”, é de 1996, e traz concepções inovadoras para o uso do pandeiro, intensificando a batida samba-funk e a utilização de sons mais graves. Em 2000 sai pela Trama o CD “Flash”, em que o músico envereda ainda mais pelos caminhos da eletrônica. Em parceria com o tecladista Alex Meirelles mantém um duo, e já gravou quatro discos no Japão com o baterista Numazawa Takashi, o dub mixer Naoyuki Uchida e o violinista Katsui.

 

Guilherme Gê nasceu em 1975, no Rio de Janeiro. Vindo de uma família de artistas plásticos, era constante a presença de arte e música em sua casa. Cresceu ouvindo música popular brasileira, erudita e jazz. Depois de muitos anos morando no sul, voltou para o Rio e deu início a parceria com Roberto Menescal, produzindo e fazendo arranjos para o mercado oriental e europeu. Assinou a produção do CD “Purabossanova”, do titã Sérgio Britto e atualmente faz a direção musical e produção do álbum “Parcerias”, com composições de Menescal e Gê, e letras de Paulo Sérgio Valle. Como instrumentista, já trabalhou com Fernanda Abreu, George Israel, Ana Carolina, Luiz Melodia, Marcos Valle, Alaíde Costa e outros.

 

 

BD Divulgação

Jornalistas: Bebê Baumgarten / Ana Karla Severo

 

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17 de abril de 2015 Escrito por: Empresas Gaúchas
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